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Corujando: vídeos para eternizar o que vc vai sentir saudade!

Hoje me peguei anotando tantas palavrinhas engraçadas que Theo está falando, lembrando das que Lis falava… Me pego rindo das manias que eles adquirem, perdem… essas coisinhas ‘bobas’, que passam tão rápido, e lembrei de um post que já faz algum tempo que estou querendo fazer, sobre o trabalho de Maria Eduarda Andrade, a quem eu fui apresentada (virtualmente) por uma amiga querida, Gabi Fiuza, pelo apelido de Duda! Ela faz tipo um documentário da infância. Uma corujice só, num cuidado fotográfico, que não tem como não assitir sem dizer um: Eu quero fazer um para meu filho(a)!!!

parajoão

[vimeo 43644666 w=500 h=281]

Para João from Maria Eduarda Andrade on Vimeo.

Claro que quando eu assisti pensei logo em compartilhar por aqui! Perguntei um monte de coisa pra ela, e recebi um email muito fofo com todos os detalhes de sua história: Formada em jornalismo pela UFPE, em 2003 saiu de Recife, morou em São Paulo, Paris, Londres (onde ficou por quatro anos e fez seu mestrado em documentários), depois foi para Nova York, Brooklyn, onde deu início a história de filmar famílias. “Até então, tinha direcionado meu trabalho de freela de vídeos com Instituições, Universidades, Empresas, e lá em Nova York eu comecei a documentar casamentos e os vídeos com as crianças surgiram de um jeito muito natural”. Como a comunidade brasileira em Nova York é muito grande, Duda disse ter começado a oferecer um ‘registro documental da infância do filho na cidade’, pra que no futuro, quando adulto pudesse lembrar de como foi morar ali, até porque ela mesmo justifica que “muitas famílias vão com um prazo certo pra voltar”.

O trabalho começou em Nova York, mas muitos pedidos começaram a surgir de famíias em São Paulo. Duda disse que sempre gostou de histórias familiares, se interessou pelo assunto relacionamento entre pais e filhos, e de como isso molda o que cada um vai fazer de si por toda a vida. Trabalhando com vídeo há mais de 10 anos, especialmente ligada na construção de memórias, ela confessou como gostaria de ter em vídeo, por exemplo, uma imagem que ela construiu apenas com a narrativa de sua mãe, contando que quando ela começou a aprender a andar, a irmãzinha, um ano e nove meses mais velha, que morria de ciúmes, lhe empurrava para o chão. Aí, instintivamente, toda vez que estava de pé e via Mariana (a irmãzinha) chegando perto, sentava, prontamente… “Como documentarista, amaria ter essa imagem, mas fico apenas com o vídeo mental da criação que fiz da história que ouvi. E como acredito muito no poder das imagens, acredito que assistir a isso diria muito das mulheres que nos tornamos hoje, eu e minha irmã….e eu lamento não ter essa imagem real. Meu trabalho é mais ou menos esse: dar aos outros o que eu gostaria de ter tido pra mim”

E pra sorte nossa, famílias recifenses, essa moça sensível e de um talento admirável está por aqui desde o segundo semestre de 2012, e seu trabalho com as crianças funciona da seguinte forma: primeiro uma conversa com a família, pra entender quais são as características mais ‘relevantes’ da criança, seus principais interesses, manias, brincadeiras preferidas, desafios, como é a personalidade dela. Daí, é feito um ‘roteirozinho’ de dois dias de filmagem sobre o que vai ser documentado. Duda filma a criança no seu ambiente familiar, entrevista os pais, e usa um pouco do conteúdo dessas entrevistas pra amarrar a edição final, que varia de 5 a 7 minutos. O material bruto, imenso, ela entrega em um HD, com as sequências brutas organizadas cronologicamente (com em torno de 5 a 15 minutos): amamentação, banho, aula de ballet, parquinho, e inclui também as entrevistas com os pais. “Já pensou, a criatura de 30 anos assistindo ao pai falando dele ou dela aos 3? A ideia é entregar um acervo audiovisual organizado, pra que quando adulto possa mergulhar nesse universo da infância dele”, explica.
O que a família recebe? Um bluray com a edição final e o HD com todos as outras sequências. Os arquivos são entregues em duas versões: o full HD e os compatíveis com iPad e iPhone. O que é ótimo para as crianças que adoram se assistir, e para as mães, que acabam com uma coletânea de desenho animado personalizado dentro da bolsa.
Ah, e ainda: a trilha sonora é personalizada, feita por encomenda!!
Lindo trabalho, Duda!!
Eu quero!!!! Rsrsr
E vcs, gostaram?
Por Cláudia Bettini

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Comentários

4 Commentários
  1. of course like your web-site but you need to test the spelling on several of your posts. Several of them are rife with spelling problems and I to find it very troublesome to tell the truth on the other hand I will certainly come again again.